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Passeio TT no Parque Natural de Montesinho

Certo e sabido: amo Bragança! Tal como já abordei noutro artigo a ler aqui , já passo férias em Bragança há uns bons anos. Corremos aquelas aldeias, vasculhamos cantos e recantos MAS faltava uma coisa: ver veados e conhecer as profundezas do Parque Natural de Montesinho.

Assim, decidimos contratar um serviço de Todo-o-Terreno. Não só é uma excelente forma de irmos onde o carro não nos leva mas também de vermos o parque pelas lentes de quem o vive diariamente.

Contratamos o serviço em formato privado, pacote à medida através da Bô Travel.Foram buscar-nos à aldeia onde temos casa por volta das 6h da manhã, altura propícia para o avistamento de cervídeos. O nosso guia, o Nélio Fraga da Norte Aventura conduziu-nos por uma aventura de magia e de sair da zona de conforto. Exatamente o que precisávamos para sentir verdadeiramente o parque.

Amei!!! (In)felizmente não tirei muitas fotografias. Não aprecio tirar fotografias, principalmente porque já me aconteceu perder cenas por estar a tirar fotos às mesmas…Gosto de ver, de estar simplesmente, de sentir e de gravar na minha mente.

O percurso é a combinar com o guia contudo, como já conhecíamos grande parte das aldeias mais turísticas o Nélio teve a amabilidade de nos levar a outros locais e de nos dar a experiência verdadeira de todo-o-terreno. Fomos à Barragem das Veiguinhas, onde na subida vimos o nosso primeiro veadinho, a Montesinho (claro), Rio de Onor, Varje, Aveleda e mais algumas aldeias. Na memória ressalvo essencialmente as duas fontes de Montesinho (o Nélio diz haver 7), uma cascata, a descida do Guieiro  de Gimonde (espero que seja assim) onde vimos um enorme bando de pássaros pretos (péssima na identificação de aves) e a árvore de interesse histórico de Carvalho Negral que conta com mais de 100 anos e que faz capa da foto deste artigo.

Cascata França
Cascata Parque de Montesinho

 

Sentir o parque é uma experiência única. A vegetação que o reveste muda de tons e de texturas nos diversos locais, bastante diferente das minhas paisagens diárias: as flores silvestres, o aroma que se sente quando caminhamos, os sons dos animais e a tranquilidade.

É mais um local mágico. Um local que nos transporta para a nossa essência e natureza compassiva. Um local de amor que me (pre)enche de alegria. Isto é daquelas coisas que o dinheiro consegue comprar e que verdadeiramente me importam – momentos. Não sou hipócrita ao ponto de dizer que o dinheiro não compra conhecimento e saber.

Fica a promessa de um regresso a partir de finais de setembro para termos A EXPERIÊNCIA – a brama dos veados. Talvez nessa altura tenha alguma foto para mostrar 🙂

Até lá sigam a @aventuranortee e deixem-se inspirar.

 

 

A Psicóloga lá de casa.