Ao longo da nossa vida somos confrontad@s com imensas escolhas. Um simples dia é feito de escolhas:
- o que comer
- como me vou deslocar
- o que vestir
- o que dizer
- o que fazer…
Toda a nossa interação com o meio, toda a nossa atividade é uma escolha. O comportamento per se é uma escolha. Contudo a maior parte das decisões tornaram-se já hábitos e os hábitos já acontecem de forma automática pelo que, mal dás conta de que, aquela maçã na tua lancheira, foi uma escolha.
Mas há escolhas bem mais complexas…que curso tirar, que emprego aceitar ou mesmo se vamos viver com determinada pessoa. Estas escolhas são marcantes e vão definir e ditar muitas coisas. Pelo menos é isso que acreditamos e é por isso que temos medo de escolher a opção errada…
Então, como saber que fizemos a escolha certa quando em todas elas deixamos algo para trás? Deixamos conforto, habituação, rotina e até estabilidade? Mesmo quando sabemos que o que temos ou onde estamos não tem mais nada para nos oferecer, mesmo assim, ponderamos a mudança.
E porquê? Porque o ser humano é avesso à mudança e principalmente, à falha. O nosso maior medo é errar, falhar, ser inferior…
Estas crenças irracionais de que ser feliz é ser bem sucedid@ faz-nos dar voltas e voltas a algumas decisões e é com muita ansiedade (ou sem escapatória) que lá acabamos por as tomar.
Então como saber qual a decisão certa?
- Não há uma opção certa, há opções que fazem sentido naquele momento e situação que estamos a viver;
- Nós mudamos, somos resultado da interação com o meio, logo, o que hoje parece bem amanhã pode não ser.
- Em todas as opções vais deixar algo que gostas, que te é familiar…contudo, se ponderas sair é porque acreditas que há algo mais para ti;
- Se é uma escolha que já mora connosco há muito tempo, é mais uma prova de que terá de acontecer mais dia menos dia, quanto mais não seja para a ilibar.
Mais triste do que não ter escolhido o certo (com a subjetividade do tema) será mesmo não ter aprendido nada com o possível erro por acreditarmos que o mesmo se deve à profetizarão de que és um falhad@ ou até viver sob o domínio do SE EU TIVESSE OU COMO SERIA SE…
Quer um quer o outro argumento são como o factor sorte, de nada servem porque como não o conseguimos replicar, ficamos para ali pres@s no nada e a limitarmos a nossa vida a ver outras pessoas a passarem…
E quem não arrisca…não petisca!
A Psicóloga lá de Casa,
na missão eterna de tornar a nossa vida mais leve e simples 🙂

